quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Persona


O que é persona?
Em latim significa a mascara utilizada pelo ator para representar o seu papel na peça teatral, muito utilizada também na Grécia, sendo o símbolo do teatro, a mascara triste e a alegre.
Na psicologia Junguiana, persona é um arquétipo, que usamos para nos mostrar perante os outros ou a nós mesmo, uma mascara social. Assim aquela frase “a primeira impressão é a que fica”, é verdadeira, apesar de não ser a única mascara que usamos, pois nem sempre se mostra o que realmente é a nossa personalidade por ser flexível e adaptável ao ambiente e momento, por termos vários papeis sociais ao longo da vida, como filho, amigo, irmão, pai, mãe, empregado, empregador, estudante etc.
Temos a nossa individualidade, mas somos influenciados pelos outros, precisamos do outro como referencia, é a psique coletiva, sem perder o amor próprio. É através da persona que nosso ego se relaciona com o mundo, aceitando e se adaptando a realidade e aos relacionamentos. A persona nos ajuda e protege, sendo positiva, mas pode ser negativa quando nos identificamos com uma persona, por exemplo, imagine um advogado, psicólogo ou medico que assume essa personalidade profissional em todos os lugares, seria insuportável, por isso precisamos ser maleáveis ao ambiente onde estamos.
No inicio dos relacionamentos, mostra-se as qualidades para conquistar ou seduzir e conquistar o outro, e aos poucos a mascara cai e aparecem os outros lados da personalidades, e ao longo do relacionamento, devem-se aceitar as dificuldades do outro e evoluir para um relacionamento longo ou se termina, devido ao individualismo e, incompatibilidades, não respeitando a individualidade de cada um, no processo de individuação.
Ninguém muda o outro, a mudança é uma porta que se abre pelo lado de dentro apenas, não mudamos na essência somente na existência e naquilo que queremos e precisamos, mas estamos em constante processo de mudanças sempre.
Mudamos o que fazemos e não o que fomos.
No inicio dos relacionamentos, a mulher aceita o homem como ele é, mas acredita que irá conseguir muda-lo ao seu jeito, com manipulações, controles e possessões, mas o homem muda pouco e só naquilo que ele quer. Enquanto que o homem espera que a mulher seja para sempre igual aquela dos primeiros encontros, mas ela muda mais ao longo do relacionamento, principalmente se tiver filhos.
 Se ambos se gostarem e aceitarem as diferenças e aprenderem com elas, formará uma família saudável, e longa caso contrario, devido às incompatibilidades e egoísmos, o relacionamento acabará.
As personas positivas semelhantes se atraem, as negativas se repelem, e os opostos podem evoluir.
Somos o que fomos, mas devemos e podemos melhorar sempre para evoluir no processo existencial cósmico.

Marco Antonio Garcia
Psicólogo Clinico
marco.garcia357@gmail.com


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Resiliência


Na física, resiliência é a capacidade dos corpos retornarem a forma anterior, depois de submetidos a grandes esforços, como um elástico quando esticado voltar ao tamanho natural, se readaptando.
Na psicologia é a capacidade de lidar com os problemas, superando as dificuldades, pressões e estresses, sem perder o equilíbrio emocional , como na musica ¨ levanta, sacode a poeira e da à volta por cima ¨ e seguir em frente.
Superação, adaptação a novas situações ou enfrentar novos desafios após derrotas, como por exemplo, nos esportes, quando um atleta perdendo competições, não desiste e treina mais, vencendo nas próximas competições, como vimos varias vezes nas olimpíadas e mundiais. Ter autocontrole e frieza emocional não se deixando abater por emoções ou cobranças internas ou externas, ter foco e objetivo. Superar complexos de inferioridade, acreditando no próprio potencial, tendo inteligência emocional.
Para se conseguir ter resiliencia é preciso administrar as emoções, com serenidade, controle dos impulsos, sendo otimista, acreditando em si mesmo com amor próprio, porem se preparando muito física e psicologicamente para suportar as pressões do dia a dia.
Identificar as causas do conflito, respeitando o ambiente e o tempo, tendo também empatia, sentindo o que o outro sente, mas sem se envolver emocionalmente, com autoconfiança e concentração.
A natureza é um bom exemplo de resiliencia, se readaptando ao eco sistema.
Ao tomarmos uma decisão com atitude e correção, enfrentando os medos e consequências, superamos e crescemos tanto no pessoal, familiar ou profissional.
Não devemos confundir resiliencia com resistência, pois se somos resistentes não queremos mudanças, na resiliencia ao contrario, enfrentamos e queremos mudar e evoluir.
No profissional principalmente devemos enfrentar as pressões com sabedoria, nem sempre o problema está no outro, muitas vezes nosso ego não nos deixa ver que o problema está em nós e culpamos os outros, e se não refletirmos ou buscarmos o autoconhecimento, não superamos e ficamos resistentes às mudanças podendo nos prejudicar no mundo profissional.
O processo de desenvolvimento é eterno, independente da idade, pois quem vive bem consigo , vivera bem com o outro, o tempo passa, o importante é passar bem.
 A videira, quanto mais sofre as mudanças do clima melhor  safra de vinhos produz, com resiliência, sigamos esse exemplo.

Marco Antonio Garcia
Psicólogo Clinico
marco.garcia357@gmail.com






sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Auto-hipnose

A imaginação é menos importante que a vontade.
Hipnose é auto sugestão. Você está no controle, não é sono e sim estado de vigília.
Pensamento positivo gera atitude positiva no subconsciente, podendo tornar-se realidade ligado a emoções do momento e a meta desejada, sendo a hipnose um instrumento no processo psicoterapêutico.
Hipnose vem do grego hipno – deus do sono.
A hipnose é uma técnica de auto concentração em algum estimulo esterno ou interno,  um som, imagem,respiração como foco e objetivo.
Quando nos concentramos em uma leitura ou assistimos a um filme que nos interessa podemos entrar em estado de auto-hipnose, prestando  muita atenção . Na hipnose não perdemos a consciência e sim relaxamos e ficamos receptivos a sugestões, diminuindo as ondas alfa cerebrais. Quem aceita a sugestões hipnótica, cerca de 80% das pessoas pode receber ajuda em casos de depressão, ansiedade, estresse, transtornos da alimentação, vícios ,transtornos do sono, baixa auto estima, dores,doenças psicossomáticas ou na busca do auto conhecimento voltando ao passado desbloqueando traumas.
 Instrumento que ajuda na psicoterapia tanto pessoalmente quanto profissionalmente.
A hipnose não é panaceia, não serve para todos nem para todos os casos, deve ser utilizada com  o consentimento do paciente, e levada a serio. Para se realizar uma boa hipnose que é um estado de concentração profunda, onde o foco está em alguém ou algo. Pode ser feita como auto-hipnose, isto é você mesmo fazer em você, com treino e paciência , se dando instruções para modificar suas atitudes e comportamentos, melhorando a qualidade de vida , estando ciente de suas queixas e incômodos. Temos vários tipos de hipnose desde a clássica  até a Ericksoniana.
Deve estar sentado ou deitado  num local confortável, com luz amena, sem barulhos. Pode se utilizar um pendulo, ou autos sugestão.  Relaxando o corpo como um todo  , respirando suavemente e lentamente, longa e profundamente,  pense em um lugar agradável que gostaria de estar, e se transporte para esse lugar, contando  até dez, e você estará nesse lugar, e  vivenciara  o que esta vendo e acontecendo.
Como esta se sentindo?
Após  os relatos, estando satisfeito,  voltará  depois de contar de dez a  um,  e voltara aos poucos da viagem.
Você pode fazer isso sozinho em casa, treinando aos poucos sem pressa. No consultório poderá recordar de fatos que poderão ajuda-lo a desbloquear memórias boas ou más, para  um melhor bem estar  biopsicossocial.Fales frases positivas, evite o não, fale o que deseja que aconteça, seja positivo.  Treine bastante seja persistente e proativo.
A hipnose somente deverá ser aplicada por quem  conhece e pode  orientar o paciente adequadamente.

Marco Antonio Garcia
Psicólogo
Email : marco.garcia357@gmail.com






segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Terapia de casal

A convivência com o outro é tão difícil quanto à convivência com agente mesmo.
Eu te pergunto?
Você casaria com você?
Difícil resposta, pois somente evoluímos no relacionamento com os outros.
Seria bom se fossemos como os dedos das mãos, que são cinco, um diferente do outro cada qual com sua função e se dão muito bem, não brigam, se ajudam. Como as mãos se cumprimentando.
A convivência com o outro requer muita tolerância, cumplicidade, respeito, sentimentos de carinho e amor, saber ceder e aceitar as qualidades e dificuldades próprias e alheias.
A terapia de casal ajuda em muito na compreensão e solução dos conflitos, desde que ambos queiram e estejam dispostos a dialogar.
Respeitar as individualidades é um ponto crucial, pois cada um tem seus gostos, preferências e hobbies, que precisam ser respeitados dentro de limites é claro. No entanto não se pode esquecer que está numa relação, pois mais liberal que seja, existe um comprometimento.
Os conflitos mais comuns no relacionamento são os de comunicação, um não entendendo o que o outro diz e pensa, em relação a problemas financeiros, filhos, infidelidade, muito ciúme e desconfiança, problemas com a sexualidade, conflitos entre as famílias de ambos entre outros.
Quando o casal decide ter filhos, mesmo que planejado precisam saber que o dia a dia de ambos vai mudar e muito, e precisam se preparar para isso. Ser mãe e pai não é fácil, apesar de ser realizador ser pai e ser mãe. A mulher mãe pode rejeitar o filho ou superproteger, o pai vai perder algumas liberdades, mas precisa estar junto na criação do filho, não estamos mais no tempo das cavernas em que a mãe cuidava da prole e o pai saia para caçar, pescar ou ir para a guerra, precisa estar mais próximo e sem ciúme de competição. A educação atual deve ser compartilhada. Se não conseguirem dar conta das responsabilidades peçam ajuda a pessoas mais experientes ou profissionais da área.
A vida a dois com ou sem filhos é muito boa, mas requer compreensão e respeito à individualidade de cada um, com dialogo para se lapidarem de dentro para fora. Todos temos nossos vícios e manias, que precisamos lapida-los, evitando os hábitos e rotinas cansativas, ter tempo para si é importante, viver para os outros somente não é bom.
No começo do relacionamento acontece as paixões que são emoções intensas e ao longo tendem para o amor que é um sentimento mais equilibrado e duradouro, tomando cuidado para não virar ódio. Quem realmente ama não odeia, somente quem está apaixonado e não é correspondido pode odiar.
Respeitar as diferenças, sair do habitual com viagens, passeios dispersa os conflitos. Evite que pessoas de fora mesmo familiares interfiram no relacionamento, às vezes querendo ajudar atrapalham. Por isso uma terapia de casal ajuda nesse momento, pois um profissional neutro que empaticamente vai pontuar as diferenças e apresentar saídas para um melhor relacionamento, e se não for mais possível , que a separação seja a mais amigável, pelo bem de ambos e da família. Muitos casais se separam e continuam com amizade isso é maturidade.
Concordo que não é fácil reconquistar e renovar o relacionamento varias vezes, mas aí esta o amadurecimento pessoal e social, quem busca relacionamentos e não encontra , pode estar em conflito consigo mesmo, e projeta no outro os próprios problemas.
Um bom relacionamento prevê sinceridade, honestidade, cumplicidade, respeito sem agressões, tente se colocar no lugar do outro, não fazendo ao outro o que não gostaria que fizessem com você.
Se não conseguir resolver dentro da família procure ajuda, é melhorar consertar uma relação do que trocar como fosse um objeto descartável.

Marco Antonio Garcia
Psicólogo clinico
Email.  marco.garcia357@gmail.com


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

                                                               Ódio

O ódio é uma emoção de aversão ao outro ou a si mesmo, uma antipatia, repulsa.
Será que o ódio é o oposto do amor?
Acredito que não é oposto, mas uma distorção do amor, pois quem ama realmente não pode odiar, o ódio é um amor apaixonado não correspondido, assim deturpa-se essa forte emoção. O amor é o sentimento mais sublime do ser humano quem ama de verdade não pode odiar nem odiar-se. Quem ama não mata.
O oposto do ódio para mim é a paixão, quando alguém se anula para o outro, se entrega ficando cega, também sendo um amor deturpado, relação fanática e patológica. Quando não se tem amor próprio, sente-se carente e tenta buscar no outro o remédio para curar-se, mas o remédio esta em nós e temos que nos amar para poder amar o próximo, o vazio esta dentro da pessoa, e nada externo vão preencher.
O amor é compreensão, perdão, respeito, cumplicidade, querer bem do outro, para que seja feliz mesmo com outra pessoa.
 No começo das relações pode sentir paixão, e depois de um tempo virar amor, ou pode virar ódio quando não é correspondido. O fanático não ama, pois acredita que esta certo e com a razão sempre, mesmo mentido para si e para os outros.
 Quando nos amamos honestamente podemos amar os outros.
O ódio é negativo, diferente da ira ou raiva, o ódio destrói a própria pessoa, seria como tomar veneno achando que o outro vai sentir os efeitos e morrer, quem odeia morre em vida. É importante compreender porque e quem está odiando, para enfrentar essa sombra (lado oculto da nossa personalidade), os radicais e fanáticos desenvolvem mais facilmente o ódio, que é o amor não correspondido, causando cegueira emocional, não vendo o ponto de vista do outro, não aceitando opiniões nem debatendo , culpando os outros pelos próprios erros, podendo se tornar violento e agressivo. Mostrando o lado animal instintivo, porem consciente, pois os animais irracionais agridem para se defender ou sobreviver, os humanos não, provocam situações de maldade conscientemente, mesmo se arrependendo depois.
Temos muito que evoluir ainda, estamos em transição, talvez um dia quando amarmos de verdade, o ódio será mais controlado e elaborado e seremos mais civilizados.

Marco Antonio Garcia
marco.garcia357@gmail.com

Psicólogo

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Viver é uma viagem

Todos nós temos um tempo que não podemos mudar, pois já passou, no entanto nosso passado é muito importante para o presente e para o futuro.
Façamos uma metáfora da nossa vida como se fosse um navio, e nós o comandante, com muitas pessoas a bordo, família, amigos e ate possíveis inimigos. Às vezes precisamos lançar ancora para nos sentirmos seguros perante as tempestades que surgem, No entanto não devemos ficar muito tempo ancorados, pois atrasamos a viagem da vida , e devemos nos perguntar por que ficamos ancorados muito tempo às vezes . Por isso devemos recorrer a bussola que nos orienta para onde queremos ir , qual nosso rumo, objetivo e foco. Arriscar com responsabilidade também é importante , para termos um futuro mais promissor tanto pessoal quanto profissional, importantes para nosso desenvolvimento, evolução e mudança de atitudes.
No navio da vida, não estamos sozinhos temos muitos outros marinheiros , que são pessoas importantes que nos ajudam na viagem , amigos, familiares, companheiros (as), filhos etc. Pode até surgir um motim , mas precisamos ter liderança e habilidade para contornar a situação pelo bem de todos, para o navio não afundar, enfrentando as dificuldades que poderão surgir.
Devemos refletir às vezes, como está nosso navio com o nome de vida e como estamos no comando.
Utilizemos nossa ancora e bussola com sabedoria, força e vontade, se utilizando das experiências passadas que podem não resolver, mas ajudam a enfrentar as tempestades.O passado existe e existiu, o presente é o tempo que temos, se apropriando das ancoradas do passado e das orientações da bussola do tempo para que possamos planejar um futuro mais prospero e feliz, nos amando e para aqueles que nos amam.
Os três tempos passados, presente e futuro, estão próximos como num segundo, mas podem estar distantes , depende de nós aproxima-los, a decisão é nossa, precisamos aceitar o que não podemos mudar e coragem para enfrentas aquilo que podemos e devemos.
O passado já passou, o futuro não chegou, o amanhã é um enigma, pois ele nunca foi, sempre será nunca ninguém viu ou verá , mas ansiamos e aguardamos por ele, portanto viva o presente da melhor forma pois se não houver o amanhã pelo menos viveu bem e em paz consigo e com os outros.
Ótima viagem...
Assim seja.
Marco Antonio Garcia
Psicólogo
E mail: marco.garcia 357@ gmail.com


sábado, 25 de junho de 2016

Humilhação


Ao longo da nossa existência, temos inúmeros sentimentos e emoções, como: paixão, ódio, amor, saudades, inveja, ciúme, alegrias, tristezas e etc. É bom termos um pouco de cada emoção e sentimento, o que devemos evitar é ter muito de uma coisa só, senão poderá virar patologia.
Sentir se humilhado, é quando temos a sensação de sermos rejeitados, menores, menosprezados pelos outros, ou quando somos colocados em nossos lugares, por nós ou pelos outros, por nos mostramos orgulhosos e vaidosos, mostrando ser mais do que somos. Na humilhação nos sentimos menos do que somos, que é diferente da humildade, que é a simplicidade, uma das maiores virtudes humana, o contrario da vaidade, o pior dos pecados capitais.
Quando nos sentimos humilhados, paralisamos, impedindo a evolução e amadurecimento, sofrendo, não se libertando das correntes da auto escravidão, se julgando e condenando sem saber o crime, pois o pior juiz é a nossa consciência, precisando descobrir quais as causas do sofrimento que tortura, muitas vezes está no passado, na infância e adolescência, na educação familiar, ou em nossa própria personalidade frágil e egocêntrica, pois somos o que fomos, mudamos o que fazemos, mas não o que somos, podemos melhorar muito se acreditarmos em nós mesmos, tendo fé que é ir alem do que queremos e precisamos. Muitas vezes quem humilha, faz isso para não ser humilhado, usando como defesa, escudo, para não ser atingido na sua fragilidade, nas feridas psíquicas, abertas e não cicatrizadas.
Aprender a mergulhar nas profundezas do inconsciente onde estão nossas memórias boas e más, resgata-las e compreendê-las no presente, enfrentando os medos, aumentando o amor próprio, que é o amor que você sente por você, maior que todos os amores, assim por mais que possamos ser humilhados, não permitiremos que nos atinja, por estarmos fortalecidos e protegidos por nossa divindade interior. Pedir desculpas a nós e aos outros, perdoar e se perdoar, amar-se e amor o próximo, agradecer pelas conquistas da vida, que é doce, mas não é fácil, vivendo o presente, compreendendo o passado, para construir o futuro longo e prospero.




As fraquezas e dificuldades podem ser virtudes não conhecidas, que precisam ser aceitas para poderem ajudar na modificação e melhora existencial, encarando os problemas, e resolve-los, para dar continuidade na caminhada eterna.

Marco A Garcia
Psicólogo
Email - marco.garcia357@gmail.com




  Família                          A       família é ou deve ser a célula mater da sociedade.                      Uma família organ...